“Eu te amo.
Isso mesmo. Amo seu jeito de sorrir, até mesmo seu jeito de chorar. Amo suas manias, as músicas que você escuta e os livros que você ja leu. Amo o suave da sua voz, o grave da sua composição, o brilho que existe em seu olhar. Amo as palavras que ecoam quando a gente se encontra, o seu jeito de “boba” quando fica com vergonha. Amo em conjunto, cada passo seu. Amo suas piadas sem graça, só não consigo te fazer me amar. Amo o seu modo de ajudar a velhinha a atravessar a rua, o jeito como apresenta o trabalho na escola, seu jeito de conversar. Amo quando fica brava por motivo idiota, quando deixo a toalha molhada em cima da cama, amo você. Amo seu jeito de caminhar, as sardas em seu rosto, o jeito de mexer no cabelo. Amo mesmo, todos os seus detalhes, desde quando acorda até mesmo quando fica horas e horas no espelho naquele seu “tira-e-coloca-roupas”. Te amo, mesmo com esse seu jeitinho marrentinha de ser.”
“Saudade de tudo aquilo que me fazia bem, do que me fazia sorrir e do que hoje são lembranças boas.”
“Só te entreguei meu coração porque confiei nas tuas mãos.”
“Só que aí eu cansei de verdade mesmo. E ultimamente eu tô é pegando todo esse amor que sinto por você e afogando em ignorância. E se quer saber, até que dá certo. Se todo dia eu disser pra mim mesmo que te amar menos magoa menos, uma hora vou acabar tendo certeza disso. Vou fazer o que é certo pelo menos uma vez na vida. Porque se a gente deixar o sentimento rolar, ele rola, enrola e acaba nos enforcando.”
“E o que fazer com todo amor que eu te dei? Será que eu pego de volta pra mim ou deixo você jogá-lo fora?”
“E agora? O que a gente faz? A gente continua? A gente desiste? A gente supera? E agora? Quando a gente já não tem mais no que se acreditar, quando já não aguentamos mais tapas da vida, o que a gente faz?”